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Qual plano de saúde é melhor: individual ou coletivo?

Qual plano de saúde é melhor: individual ou coletivo?

No momento de contratar um plano de saúde, uma dúvida constante surge na cabeça de quem busca esse benefício: afinal, devo optar por um plano individual ou coletivo? Qual opção é a melhor? Essa escolha muitas vezes se revela um desafio, pois cada modalidade possui características distintas que podem influenciar diretamente a qualidade dos serviços contratados.

Mais do que isso, as diferenças vão além dos aspectos financeiros, e envolvem nuances que podem ter impactos significativos a longo prazo. Portanto, antes de definir, é fundamental que você esteja ciente das particularidades de cada opção. 

Neste artigo, exploraremos os traços, vantagens e desafios dos planos individuais e coletivos, a fim de auxiliá-lo em uma tomada de decisão consciente e informada sobre qual plano de saúde melhor atende às suas necessidades. Leia o artigo e confira!

Leia também: Existem planos de saúde que cabem no seu bolso 

Qual a diferença entre o plano individual e o coletivo?

A princípio, a principal distinção refere-se ao processo de contratação. Os planos individuais são adquiridos junto à empresa responsável pela oferta do serviço ou por uma corretora autorizada. Sem contar que, qualquer pessoa física pode contratá-lo.

Já no caso dos planos coletivos, o cenário se desdobra em duas variantes. A primeira delas é a empresarial, desenhada para atender às necessidades de saúde dos colaboradores de uma empresa.

A segunda vertente é o plano coletivo por adesão, no qual, para adquiri-lo, é necessário fazer parte de uma entidade de classe, como um sindicato ou associação.

As particularidades de cada Plano de saúde 

Como mencionado anteriormente, cada plano de saúde apresenta características específicas que podem moldar a experiência do usuário ao longo do tempo. A seguir, destacamos essas particularidades:

Preços e reajustes 

Ao considerar os preços iniciais, por exemplo, é comum que os planos individuais apresentem valores mais elevados em comparação com os coletivos de cobertura equivalentes.

No entanto, no que tange aos reajustes, os planos individuais contam com regulamentações e limitações impostas pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, o que lhes confere uma certa estabilidade nos ajustes anuais. 

Por outro lado, os reajustes dos planos coletivos não são baseados no índice da ANS, o que, por vezes, abre espaço para aumentos mais expressivos em comparação com contratos individuais.

Rescisão do contrato

Outro ponto a ser considerado são as políticas de rescisão contratual. Nos planos individuais, os segurados têm o direito de exigi-la a qualquer momento. Além do mais, a ANS não autoriza a rescisão unilateral por parte da operadora. 

Essa questão segue uma dinâmica diferente nos planos coletivos. As operadoras podem solicitar a rescisão, desde que sigam a única exigência imposta pela ANS, a qual impõe que essa medida seja acionada apenas na data de aniversário do contrato.

Além disso, nos planos coletivos empresariais, caso a empresa assuma integralmente os custos e o colaborador for desligado, ele perde o benefício. Entretanto, se o funcionário tiver contribuído financeiramente em parte da mensalidade, poderá manter o usufruto do plano por um período equivalente a um terço do tempo em que esteve na organização.

Mínimo de beneficiários para adesão ao plano 

Nos planos individuais, basta um único interessado para efetuar a contratação. Por outro lado, nos planos coletivos, a dinâmica é diferente e exige a adesão de um mínimo de 2 ou 3 pessoas, depende do que é estabelecido pela operadora. Além disso, a forma como é feita a cobrança da mensalidade também pode ter distinções para cada alternativa apresentada.

Leia também: Saiba como contratar o melhor plano de saúde para empresa

Afinal, qual plano de saúde é melhor?

Com as informações fornecidas ao longo deste artigo, você agora está bem preparado para avaliar e definir qual plano de saúde se encaixa melhor dentro de sua realidade. Contudo, se você ainda tem dúvidas sobre qual caminho deve seguir, acompanhe o blog da Coplana. Nele você encontrará mais orientações, dicas, além de conteúdos relevantes e informativos sobre o assunto.

Existem planos de saúde que cabem no seu bolso

Existem planos de saúde que cabem no seu bolso

Com a atual crise econômica no Brasil e o aumento constante dos preços de itens básicos, é cada vez mais comum ver famílias em busca de formas de reduzir gastos em seus orçamentos. 

Nesse contexto, é compreensível que muitos considerem cortar despesas que podem parecer supérfluas, como um plano de saúde. No entanto, é importante destacar que a saúde não pode ser negligenciada, mesmo em tempos de dificuldades financeiras. 

Depender exclusivamente do sistema público pode resultar em longas esperas por procedimentos médicos e hospitalares, além disso, não há garantia de atendimento em situações de emergência por sobrecarga e falta de recursos nos hospitais.

Diante desse imbróglio, surge um questionamento: é possível encontrar planos de saúde que cabem no seu bolso? A resposta é sim. De fato existem opções mais acessíveis e por isso vamos te ajudar a encontrar aquelas que se adequam a sua realidade financeira, mas que principalmente, atendam às suas necessidades. 

O que observar ao escolher planos de saúde mais econômicos

Se você deseja encontrar um plano de saúde que seja mais acessível, é fundamental observar alguns fatores essenciais para garantir que ele atenda às suas urgências. A seguir, listamos os principais pontos a serem considerados:

1. Cobertura adequada 

Embora os planos de saúde mais econômicos possam ter algumas restrições, é fundamental que eles ofereçam coberturas para os cuidados básicos, como consultas médicas, exames laboratoriais, internações, entre outros.

Nesse sentido, é importante verificar cuidadosamente a lista de serviços abrangentes e assegurar que atendam às suas necessidades e às de sua família.

Por exemplo, se você tem filhos pequenos, é crucial que o plano cubra consultas pediátricas, ou, se você tem uma condição médica específica, é imprescindível que inclua tratamentos relacionados a essa enfermidade.

2. Rede de atendimento

Outro fator a ser considerado é a rede de atendimento abrangida por cada plano. Certifique-se de que os profissionais e hospitais que você já frequenta ou pretende frequentar estão incluídos na rede.

Caso contrário, você terá que enfrentar custos extras ao buscar atendimento fora da rede ou até mesmo não ter acesso a determinados serviços.

3. Carências 

A carência é o tempo em que o beneficiário não tem acesso a determinados serviços, mesmo após a contratação do plano. 

Esse período varia de acordo com cada operadora e tipo de tratamento. Por exemplo, alguns planos de saúde estabelecem carência de 30 dias para consultas médicas, enquanto procedimentos mais complexos, como cirurgias, podem ter um prazo de 180 dias.

Imagine uma situação em que você precisa urgentemente de um procedimento específico. Caso haja uma carência prolongada, você ficará desamparado e precisará arcar com os altos custos por conta própria. Portanto, é fundamental verificar os prazos de espera antes de tomar uma decisão.

Dicas para encontrar planos de saúde acessíveis

Agora que você sabe o que observar ao escolher um convênio, aqui estão algumas dicas práticas para ajudá-lo a encontrar opções mais acessíveis:

I. Compare diferentes planos:  Faça uma pesquisa profunda para comparar os diferentes planos de saúde disponíveis no mercado, dessa forma, será possível identificar quais oferecem o melhor custo-benefício e quais estão mais alinhados com suas possibilidades financeiras.

II. Opte por planos regionais: Se você não costuma viajar muito, considerar a escolha de um seguro que atenda apenas a sua região é uma ótima alternativa para economizar, visto que planos de abrangência nacional são consideravelmente mais caros.

III. Considere planos com coparticipação: Alguns planos de saúde oferecem a opção de coparticipação, em que você paga uma mensalidade menor, mas também arca com uma parte dos custos dos procedimentos realizados. Essa alternativa é interessante para quem não utiliza frequentemente os serviços médicos.

IV. Avalie planos coletivos: Planos coletivos, oferecidos por meio de associações, sindicatos ou empresas, costumam ter preços mais acessíveis. Se você faz parte de alguma organização que oferece essa modalidade, é interessante avaliar a possibilidade. 

V. Negocie com a operadora: Você certamente já ouviu a expressão que diz que o diálogo é o melhor caminho independente da situação, não é mesmo? Por isso, não hesite em entrar em contato com a operadora, esclarecer suas demandas e buscar alternativas que se adequem ao seu orçamento.

Conte com a Coplana

Portanto, com todas essas informações em mente, você estará preparado para encontrar o plano que mais se encaixa dentro das suas possibilidades. Lembre-se de que a saúde é um investimento valioso e que o acesso a cuidados médicos de qualidade não precisa ser encarado apenas como um gasto a mais.

Para garantir a assertividade da sua decisão, é recomendado contar com a ajuda de uma corretora especializada em planos de saúde, como a Coplana Seguros. Com mais de 20 anos de experiência no mercado, estamos comprometidos em garantir o seu bem-estar e o de sua família.

Nossa grande missão é a transparência com o cliente, por isso, trabalhamos para fornecer o melhor custo-benefício. Não perca tempo e faça uma cotação personalizada

Saiba como contratar o melhor plano de saúde para empresa

Saiba como contratar o melhor plano de saúde para empresa

Oferecer um plano de saúde para empresa é algo que tem se tornado cada vez mais comum no ambiente corporativo. Esse benefício visa garantir cuidados médicos de qualidade e acesso a serviços de saúde indispensáveis tanto para os funcionários quanto para seus dependentes.

Neste artigo, abordaremos todos os aspectos relacionados à um plano de saúde para empresa, desde o entendimento do conceito até os passos práticos para garantir a contratação adequada. 

O que é um plano de saúde para empresa?

Um plano de saúde para empresa é um benefício oferecido por empregadores aos seus funcionários, com o objetivo de proporcionar cobertura médica e acesso a serviços de saúde. Esse tipo de plano é geralmente solicitado junto a seguradoras ou operadoras e pode incluir diferentes tipos de cobertura, como atendimento ambulatorial, hospitalar, odontológico, entre outros. 

É uma forma de garantir assistência médica aos colaboradores e seus dependentes, contribuindo para o bem-estar e a satisfação no ambiente de trabalho.

Quais são as vantagens do plano de saúde para empresas?

A oferta de um plano de saúde para empresa  traz diversos benefícios tanto para os trabalhadores quanto para a sua empresa. Algumas das principais vantagens incluem:

  • Acesso a uma ampla rede de provedores de saúde;
  • Atendimento médico mais rápido e eficiente;
  • Cobertura abrangente de serviços médico;
  • Melhoria na satisfação e moral dos funcionários;
  • Atração e retenção de talentos;
  • Benefício fiscal para a empresa;
  • Possibilidade de inclusão de dependentes dos funcionários.

Como contratar o melhor plano de saúde para empresas?

Contratar o melhor plano de saúde para empresa requer um processo cuidadoso de avaliação e seleção. Aqui estão algumas etapas que podem ajudar nesse processo:

Avalie as necessidades da empresa 

Primeiramente, comece analisando as necessidades específicas da sua empresa e de cada pessoa que nela trabalha. Considere fatores como o tamanho da equipe, faixa etária do beneficiário, localização geográfica, perfil de saúde geral e quais benefícios seriam mais relevantes para eles.

Analise coberturas e benefícios

Faça uma análise das coberturas oferecidas por cada convênio. Considere aspectos como consultas, exames, internações, cirurgias, cobertura odontológica, rede de hospitais e até mesmo clínicas conveniadas.

Verifique os custos

Outro fator muito importante a considerar é o gasto mensal tanto para sua organização quanto para o funcionário. Leve em conta as mensalidades, coparticipações (quando o beneficiário paga uma parte do valor do serviço utilizado) e possíveis reajustes anuais. Compare os valores e avalie a relação custo-benefício de cada plano.

Considere a assistência e atendimento ao cliente

E por último, avalie a qualidade do apoio ao cliente oferecido pelo convênio. Pesquise sobre a disponibilidade de canais de comunicação, suporte em casos de emergência e também sobre a agilidade no atendimento.

Lembre-se que é preciso analisar esses fatores com base na sua realidade antes de tomar uma decisão. Além disso, consultar um corretor especializado em seguros empresariais pode ser útil para obter orientações mais detalhadas e opções adequadas ao seu perfil.

Conclusão

Com base em todas as informações discutidas neste artigo, fica claro que a contratação de um plano de saúde para empresa é indispensável  para proporcionar melhor qualidade de vida aos colaboradores. No entanto, escolher o plano adequado para a sua empresa requer uma análise cuidadosa e personalizada.

Nesse sentido, a Coplana, corretora de seguros em São Paulo, se destaca como a opção ideal para ajudar você a encontrar o seguro-saúde mais indicado para sua instituição. Com mais de 20 anos de experiência no mercado, a Coplana reúne profissionais especializados e comprometidos em oferecer as melhores soluções.

Nossa abordagem centrada no cliente e valores como confiança, comprometimento, respeito e bom relacionamento são a base do nosso trabalho. Juntos, podemos cuidar do bem-estar da sua equipe e impulsionar o sucesso da sua empresa.

Portanto, não deixe a saúde dos seus funcionários em segundo plano. Entre em contato conosco hoje mesmo para descobrir como a Coplana pode ajudar você a contratar o melhor plano de saúde para empresa.

Entenda os motivos por trás da variação de valor no plano de saúde

Entenda os motivos por trás da variação de valor no plano de saúde

Entenda os motivos por trás da variação de valor no plano de saúde

Se você já pesquisou diferentes tipos de planos de saúde, deve ter notado que há uma grande variação em seus preços, e a explicação por trás disso se dá por fatores como área de cobertura, faixa etária do beneficiário, entre outros.

Por isso, é importante entender como é estabelecido os preços do plano para cada operadora, considerando todas as variáveis envolvidas, continue a leitura para entender melhor este assunto.

Preços do plano de saúde: por que os valores variam?

Antes de explicarmos os fatores por trás da variação dos preços do plano de saúde, é preciso entender que todas as operadoras devem cumprir um rol de procedimentos, que faz com que os pacotes mais básicos atendam um mínimo exigido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Tipos de planos

Há diversos tipos de planos de saúde ofertados pelas operadoras, sendo eles individuais, familiares, empresariais e coletivos por adesão (este, é feito por meio do CNPJ de uma associação, sindicato ou organização).

Normalmente, os planos empresariais possuem valor menor em comparação aos planos individuais.

Cobertura

Esse, também é um fator que pode ter grande impacto nos preços do plano de saúde, pois o plano escolhido pode contemplar somente a região em que você mora, todo território nacional ou até mesmo viagens internacionais, e assim, aumentando o preço conforme a área de abrangência.

Faixa etária

Os preços do plano de saúde também podem mudar conforme a faixa etária do beneficiário, com preço mínimo para pessoas com idade entre 0 a 18 anos, oscilando de 19 a 23 anos, 24 a 28 anos, em assim em diante.

Serviços 

Além dos serviços básicos definidos, alguns planos de saúde oferecem serviços extras, como atendimento domiciliar, plano odontológico, seguro viagem, desconto em redes de farmácias, entre outros, que impactam seu preço.

Com ou sem coparticipação

A coparticipação se trata de um valor de mensalidade mais baixo, porém, será pago um percentual a cada consulta, procedimento ou exame. 

Por outro lado, o plano de saúde sem coparticipação possui um valor fixo por mês, possibilitando que o beneficiário realize consultas, exames e procedimentos sem valores adicionais.

Acomodação

O tipo de acomodação escolhida em casos de internação hospitalar também pode alterar os preços do plano de saúde, isto é, quartos coletivos (no caso, a enfermaria, sendo a opção mais em conta) ou quarto individual.

Rede credenciada

Outro fator são as redes credenciadas, que definem o número de hospitais e clínicas que oferecem atendimento pelo plano de saúde, assim como os médicos e instituições de referência na área da saúde.

Agora você já sabe quais são as variáveis que influenciam o preço do plano de saúde. Lembre-se que é fundamental considerar as suas necessidades e demandas na hora de realizar a contratação, e para isso, você pode dispor da cotação do plano de saúde da Coplana! Clique aqui e fale conosco para saber mais.

O que é sinistralidade nos planos de saúde?

O que é sinistralidade nos planos de saúde?

A pergunta sobre o que é sinistralidade de um plano de saúde não é muito comum. Os beneficiários estão mais preocupados com a utilização dos serviços.

A questão é que esse uso acarreta indicadores, entre eles o sinistro. Isso não é algo negativo, mas um fator de medição que pode influenciar os preços. Parece confuso? Então veja nesse artigo mais sobre o assunto.

O que é sinistralidade?

A palavra sinistro é bastante utilizada quando se trata de seguros. Ela quer dizer que a seguradora foi acionada e precisou arcar com um custo. Quando falamos de planos de saúde, é bastante parecido.

Toda vez que um evento é realizado pelo plano de saúde, ocorre um sinistro. Se o beneficiário faz uma consulta, exame ou precisa de uma internação é um evento. Esse evento é chamado sinistro e gera um custo para a operadora.

Veja mais: Saúde mental nas empresas: Como encontrar um plano de saúde adequado?

Como se calcula a sinistralidade?

Entender o que é sinistralidade é o primeiro passo para entender como ela é calculada. Cada operadora pode fazer as contas de uma forma, mas existe uma regra geral.

A taxa de sinistro é calculada conforme o uso do plano. Se uma empresa possui colaboradores que utilizam pouco o plano de saúde, a sinistralidade será baixa. Por outro lado, se o uso for excessivo, essa taxa aumenta.

Ao contratar a assistência médica, seu uso é previsto. Se ele ficar na média, o sinistro não trará nenhum impacto negativo. Por outro lado, uma pandemia pode elevar repentinamente os atendimentos.

Como a sinistralidade afeta o reajuste dos planos?

Quando as empresas contratam um plano de saúde, fazem uma conta baseada no que é sinistralidade. Ela pode supor que os custos com os sinistros para aquele ano sejam de R$ 200.000,00.

No ano seguinte, quando o contrato for renovado, a operadora fará uma análise. Se ela se manteve dentro do programado, fará um aumento para apenas cobrir as altas para a manutenção do serviço.

No levantamento, pode ser constatado que o sinistro ficou acima do previsto. Por exemplo, ele pode ter sido de R$ 300.000,00. Isso quer dizer que a sinistralidade ficou 50% acima do inicialmente previsto.

As operadoras trabalham com uma margem média de 70% a 75%. Como no exemplo, o índice ficou muito elevado, portanto, quando for renovar o contrato, o reajuste do plano deve acompanhar o uso. Os valores devem ficar bastante acima do ano anterior.

Veja também: Seguro saúde: 4 dicas para uma contratação sem complicações

Como não deixar a sinistralidade impactar os valores?

Para que não se tenha um alto índice de sinistro, a empresa pode adotar algumas medidas.

·         Calcular corretamente a previsão de uso;

·         Orientar os colaboradores sobre o uso consciente do plano de saúde:

·         Explicar sobre o que é sinistralidade e como ela afeta os valores;

·         Realizar programas de prevenção à saúde para minimizar o uso dos serviços de saúde;

·         Adotar a medicina preventiva;

·         Oferecer um bom clima organizacional e prevenir doenças psíquicas.

 As ações preventivas e de orientação são eficazes para que o uso do plano de saúde fique conforme o previsto. Dessa forma, os beneficiários continuam com o serviço e ele não gera um custo extra para a organização.

Sabendo o que é sinistralidade e deixando todos cientes sobre ela, se faz melhor uso da assistência médica.

Conheça outros termos usados nos planos de saúde. Veja nosso artigo sobre carência no plano de saúde.

Você sabe o que é saúde suplementar? Entenda tudo sobre o assunto

Você sabe o que é saúde suplementar? Entenda tudo sobre o assunto

A saúde suplementar é relacionada aos planos de saúde. Porém, o termo causa estranheza por não ser amplamente utilizado. A ideia de plano de saúde é algo super recente e ainda estamos nos acostumando a lidar com tudo que o envolve, como suas vantagens, regras, condições e claro, termos. No Brasil, por exemplo, o primeiro plano de saúde surgiu na cidade de São Paulo, em 1956. Na época, a Policlínica Central passou a atender as dezenas de funcionários da Volkswagen, e somente após esse fato, começou a receber denominações, entre elas as que são conhecidas atualmente.

Pensando em te ajudar a entender o que é saúde suplementar e como ela pode beneficiar os usuários do plano de saúde, elaboramos um artigo esclarecedor sobre o assunto. Confira!

O que é saúde suplementar?

A saúde suplementar pode ser entendida como um serviço prestado por uma pessoa jurídica às empresas e pessoas. Ela envolve operadoras de saúde, cooperativas, administradoras de benefícios, agências regulamentadoras e entre outras.

O termo é entendido como um plano ou serviço particular que presta atendimento de saúde às pessoas. Ele não interfere e nem faz com que se perca o direito de utilizar a rede SUS. 

O setor de saúde suplementar possui diferentes órgãos regulamentadores, entre eles está a Agência Nacional de Saúde Suplementar. Ela estabelece as regras e fiscaliza os serviços ofertados pelas operadoras. 

Veja mais: Normas ANS: Conheça as regulamentações para plano de saúde 

Diferenças entre saúde suplementar a saúde complementar

Na saúde suplementar existe uma relação do cliente com a operadora através do plano de saúde. Os serviços são prestados de forma privada e conforme as regras vigentes.

A saúde complementar funciona de maneira diferente e envolve o SUS. Nela, empresas privadas atuam no SUS por meio de parcerias entre o estado e as empresas. Essa é uma maneira de ampliar o atendimento na rede pública e complementar o atendimento. 

Entidades sem fins lucrativos e as filantrópicas têm preferência na saúde complementar. Entretanto, nada impede que sejam feitas parcerias com operadoras de saúde. 

As tendências do setor

A saúde suplementar está em constante transformação, seja em relação à regulamentação ou ao atendimento prestado. 

A tecnologia cada vez mais está sendo incorporada aos serviços e se nota uma mudança de foco de atuação. Entenda algumas das tendências:

Foco na Atenção Primária à Saúde (APS)

A atenção primária ou medicina preventiva passou a ser o foco das operadoras. Elas querem tratar seus beneficiários antes que esses fiquem doentes. 

Os cuidados contínuos são oferecidos aos pacientes, com equipes multidisciplinares. A conscientização e orientação sobre saúde fazem parte do pacote. 

Aumentar o número de procedimentos oferecidos

A ANS periodicamente revisa os procedimentos mínimos obrigatórios que devem ser ofertados. A inclusão de novos conforme a demanda e avanços na medicina é algo que deve continuar a acontecer.

As operadoras também criam planos para oferecer serviços extras que complementam os cuidados. 

Veja também: Plano de saúde por adesão coletivo x empresarial: Qual é a diferença?

Investimento em rede própria

Nos últimos anos se notou que as operadoras aumentaram as suas redes próprias de atendimento. Essa é uma maneira de garantir o acompanhamento de perto de seus beneficiários.

O cuidado com as pessoas não é o único motivador. Os altos custos conseguem ser controlados dessa forma e garantem a sobrevivência das operadoras.

Investimento em tecnologia

A tecnologia está presente na saúde suplementar de diferentes formas. As consultas e atendimentos de urgência por telemedicina é um exemplo.

Equipamentos de diagnóstico modernos, monitoramento de pacientes a distância e medicamentos novos são adotados. 

Resumindo

A saúde suplementar pode ser entendida como os cuidados com a saúde oferecidos por empresas particulares. Ela engloba toda a cadeia que vai desde as empresas até os profissionais envolvidos e está em constante modernização. 

Esperamos ter esclarecido todas as suas dúvidas sobre o assunto. Para conhecer mais sobre sobre o universo de planos de saúde, clique aqui e confira os conteúdo exclusivos que preparamos para você.